terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Sem título
A vida do casal sempre foi marcada por desencontros e alguns funerais. Uma vez foi a avó dela, na outra o pai dele. No caminho também padeceram mais uma avó, um tio (muito magro e fransino. fumava o coitado), D. Zuleide e um gato.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Conciência
Ela só queria ter uma noite de sono tranquila, mas toda noite era a mesma coisa, sempre às 4h: a consciência.
Perdia o sono e seus pensamentos ficavam vagando, criando histórias. Como isso a irritava, não tinha privacidade consigo mesma, pois sempre aquela voz blá,blá,blá...
Não sabia porque ficava tão perturbada. Culpa? Do quê, era uma pessoa "sem pecados" como confessou a um padre certa vez, mas era católica.
Perdia o sono e seus pensamentos ficavam vagando, criando histórias. Como isso a irritava, não tinha privacidade consigo mesma, pois sempre aquela voz blá,blá,blá...
Não sabia porque ficava tão perturbada. Culpa? Do quê, era uma pessoa "sem pecados" como confessou a um padre certa vez, mas era católica.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Passeio público.
Visão do inferno: homem de pequeno porte, um tanto afeminado, fazia sua caminhada dominical. O dia estava quente, muito propcio para exibir suas qualidades. Para não perder a oportunidade saiu de casa com seu shorts de lycra e camiseta combinando. O short revelava seu volume, que de tão pequeno quase me matou de rir.
Esse é para animação
A história é o seguinte: havia um passarinho que pousou na grade de uma janela. A janela refletia sua imagem e ele começou a bicá-la freneticamente. Dentro da casa, um gato observava o idiota passarinho. O gato pula na janela, que está fechada. O passarinho tem um susto fulminante. Abre as asinhas e cai dutinho do outro lado. Morto.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Cotidiano
A vida daquele homem era jogar na Mega Sena. Toda semana era um ritual, saia com suas marcações direto para a casa lotérica. Na verdade não precisava delas, pois apostava sempre nos mesmos números, há vinte anos. Nunca parou para pensar que se tivesse juntado esse "dinheirinho"poderia ter boas economias, mas não, isso nem lhe passava pela cabeça..
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